quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Visita ao Bosque dos Buritis

Escola Interamérica.
Goiânia, 28 de setembro de 2016.

RELATÓRIO DO ESTUDO DO MEIO - BOSQUE DOS BURITIS

Na sexta-feira, dia 23/09, nós alunos do 3º Ano E saímos da escola juntamente com a turma do 3º Ano D, as professoras de sala e o guia Lucas para ampliarmos os conteúdos de Geografia, Ciências e do projeto de sala “As águas de Goiânia pedem socorro”.
Nossa aula foi ao ar livre, no Bosque dos Buritis. Escolhemos esse local porque ele representa a história da nossa cidade. É o primeiro parque planejado e construído em Goiânia. A paisagem típica é o Cerrado, suas árvores são baixas com troncos trincados, grossos e retorcidos. Há três lagoas artificiais, abastecidas pelo Córrego dos Buritis e por vários canais subterrâneos, que tem sua nascente na área do Clube de Engenharia e o seu trajeto canalizado, praticamente 5 km de distância do bosque, direcionando as suas águas até a região central para que nossa cidade tivesse um bosque na região.
Quando chegamos ao bosque, iniciamos uma trilha. Descobrimos que a área de visitação era de preservação, e que no espaço havia árvores do Cerrado e de outros biomas como: a Mata Atlântica, a espécie Guapuruvu, que pode chegar a ter 30 metros de altura.
Na Arena do bosque, o Lucas retomou o nosso estudo sobre a mudança da capital antiga, a cidade de Goiás, os patrimônios históricos, a escolha do lugar para a construção da nova capital, a cidade de Campinas que tornou-se bairro de Goiânia, os imigrantes/migrantes,  o escambo (troca) entre os portugueses e os indígenas e a construção de Goiânia.
Nesse momento, o Lucas separou as turmas para que pudéssemos visitar e observar a canalização do córrego, que aponta na primeira lagoa artificial. Observamos que a água era limpa, cristalina, e que o volume era menor porque estamos em período de seca. Ao redor da lagoa vimos que havia muitas folhas caídas e em decomposição. Também visualizamos a mata ciliar e os animais aquáticos e terrestres, como: patos, gansos, pássaros, peixes e tartarugas.
Conhecemos também a cultura da nossa cidade e a obra do artista plástico Siron Franco, o Monumento da Paz, que significa a união dos cinco continentes. Retomamos a história do nome de Goiânia, que deveria ter sido escolhido através de votação. Porém, nenhum dos nomes agradou o Dr. Pedro Ludovico Teixeira.  E que, por indicação do professor Alfredo de Castro, que havia lido a palavra Goyania em um dos poemas escrito no final do século XIX por Manoel de Carvalho Ramos.  
O nome da nossa cidade tem ligação com a palavra Goiás, que vem da tribo Goyá, nome que no tupi gwa e ya significa “gente igual”, da mesma raça. Também conhecemos a origem do nome do nosso país, vistamos a espécie de árvore que contribuiu para nomeá-lo.
Como o nosso projeto aborda a situação dos mananciais em nossa cidade, o monitor Lucas ressaltou, através de um experimento, a quantidade de água potável no planeta Terra. Ele ilustrou a situação dizendo que a garrafa pet seria a quantidade de água no mundo, o copo representava a água dos rios que são impróprias para o consumo, e a tampinha da garrafa seria a água que podemos consumir.
Visitamos o Museu de Arte de Goiânia e apreciamos a obra de cinco artistas plásticos, entre eles estavam: Eleusa Bonifácio, Mari Sousa e Samira Beérigo, que retratavam animais e a vegetação do Cerrado de forma natural, o Amaury Menezes destacava o realismo através das imagens e o G. Fogaça retratava o movimento da cidade utilizando a arte abstrata.
O objetivo do estudo do meio foi alcançado, pois conseguimos compreender melhor a importância das águas para a vida no planeta.  Conhecemos um curso d’água e a interferência dos seres humanos no meio ambiente. Reconhecemos que a preservação é necessária, e que a espécie humana poderá sofrer consequências desastrosas com a escassez desse recurso precioso. Refletimos sobre formas de conservação e preservação da água.  Esperamos encontrar parcerias para desenvolver o nosso projeto de trabalho, conscientizando os nossos familiares e a comunidade.


 Texto coletivo elaborado pelos alunos do 3º Ano E.


Visita ao Bosque dos Buritis

Escola Interamérica.
Goiânia, 23 de setembro de 2016.

RELATÓRIO “ESTUDO DO MEIO”

As turmas do 3º Ano estão desenvolvendo o projeto “Os mananciais de Goiânia pedem socorro!” Então, no dia 22 de setembro, realizamos um estudo do meio no Bosque dos Buritis. Por volta das 7 horas saímos da escola rumo ao parque.
Ao chegar ao nosso destino, fizemos uma trilha observando a fauna e a flora. Percebemos que algumas árvores são naturais do Cerrado e outras foram plantadas e pertencem a outros tipos de vegetação. Havia algumas árvores típicas do Cerrado, tais como: bacuri, maminha de porca, buriti e cedro.
Lucas, o nosso professor guia, explicou que o Bosque dos Buritis era para ser três vezes maior, mas com a urbanização ele perdeu espaço e com isso foi tombado como patrimônio, não pode perder mais espaço e nem acrescentar mais nada nesse local. Esse parque foi planejado e possui três lagos que recebem água do Córrego Buriti. Apesar da distância, eles canalizaram e desviaram o curso do córrego para abastecer os lagos. Esse córrego deságua no Rio Meia Ponte.
Presenciamos muitas folhas em decomposição próximas ao lago, vimos vários animais. Gostamos de ver os micos e os patinhos que haviam acabado de nascer e que habitavam em um dos lagos.
Durante a aula, ele explicou que os portugueses vieram para o Brasil atrás do pau-brasil, que era uma árvore que usavam para construir navios e tingir as roupas da família real. Com isso, descobriram o ouro e realizavam trocas com os índios. Descobrimos que o nome brasileiro veio da profissão de quem cortava o pau-brasil.
Ele retomou que a antiga capital de Goiás era Vila Boa de Goiás, atual cidade de Goiás, e que Pedro Ludovico Teixeira conseguiu mudar a capital para onde hoje é Goiânia.
Conhecemos os nomes que o Brasil recebeu ao longo dos anos, os nomes sugeridos para a capital e o total de votos de cada um. Recordamos que Pedro Ludovico não gostou do nome Petrônia e escolheu Goiânia, que teve apenas 3 votos e foi tirado de um poema de Alfredo de Castro.
Tivemos a presença do escritor Bariani Ortêncio, que passava pelo local, conversou com a gente e até tirou foto. Por coincidência, ele é sogro da diretora Andreia e avô da professora Jade.
Visitamos o Museu de Arte de Goiânia e havia a exposição do artista Amaury Menezes e Gabriel Fogaça. Eles retrataram o lazer e o caos vivido em nossa cidade. Também tinha a exposição de quadros da fauna brasileira com as obras de Mari de Souza, com araras, tucanos, papagaios...
Próximo ao lago existe um monumento conhecido como Monumento à Paz, do artista Siron Franco, e representa a paz entre os cinco continentes.
Com esse estudo aprendemos que é necessário preservar as árvores e os mananciais, pois o crescimento da cidade faz com que desviem os cursos d’água, poluam os mananciais, desmatem as árvores e os animais perdem seu habitat natural. É preciso cuidar do meio ambiente preservando-o. Lembre-se que água é vida e todos dependem dela para sobreviver.


Relatório elaborado coletivamente pelos alunos do 3º Ano B.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Visita ao Bosque dos Buritis


RELATÓRIO DO ESTUDO DO MEIO
BOSQUE DOS BURITIS

No dia 23 de setembro, fomos ao Bosque dos Buritis para observar as águas, a fauna e a flora do bosque, além de visitar o Museu de Arte de Goiânia e o Monumento à Paz.
Descobrimos que Atílio Correia Lima, ao planejar Goiânia, queria que a cidade tivesse muitas áreas verdes. Para isso, projetou o Bosque dos Buritis, localizado no centro da capital, próximo à Praça Cívica. Nesse lugar, não havia nascente para a construção de lagos, por isso foi necessário canalizar as águas do Córrego dos Buritis, que nasce na Avenida 85, no Clube de Engenharia.
Percorremos algumas trilhas e percebemos que é cercado por árvores, lagos e plantas rasteiras. Possui três lagos artificiais abastecidos pelo Córrego dos Buritis e por vários canais subterrâneos. Em um deles está o maior jato d’água da América do Sul. Vimos muitas árvores como: pau-brasil, buriti, sibipiruna, palmeiras-imperiais, a maioria do Cerrado, mas também de outros biomas. Contemplamos micos, patos nas lagoas, diversos pássaros, tartarugas e peixes. Ficamos sabendo que, desde a ocupação da cidade até os dias atuais, a área do bosque vem experimentando muitas interferências que desfiguram suas características originais. A vegetação nativa foi, em certas partes, substituída por plantas exóticas, restando somente 10% da vegetação original. 
Observamos o Monumento à Paz Mundial, que tem a forma de uma ampulheta, feito pelo artista plástico Siron Franco e ficamos sabendo que ele abriga terras provenientes dos continentes. O objetivo da obra é mostrar a possibilidade de união de todos os povos em torno de um projeto de paz para todo o mundo. O monumento tem cinco metros de altura e pesa cinquenta toneladas.
Apreciamos duas exposições no Museu de Arte de Goiânia, uma foi a exposição Poética do Cerrado, com obras de Eleusa Bonifácio, Mari Sousa e Samira Beérigo, e a outra foi a exposição Roteiros, de Amaury Menezes e G. Fogaça. Gostamos muito das telas e percebemos que os artistas têm estilos diferenciados.
Foi um dia especial onde ampliamos nossos conhecimentos, estivemos em contato direto com a natureza e colocamos em prática valores de respeito às pessoas e ao meio ambiente.


Texto elaborado coletivamente pelos alunos do 3º Ano C.


                                                              

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Significado de Valores - 5

Valores morais são conceitos, juízos e pensamentos que são considerados "certos" ou "errados" por determinada pessoa na sociedade.

Significado de Valores - 4

Os valores morais são baseados na cultura, na tradição, no cotidiano e na educação de determinado povo.

Significado de Valores - 3

Valores morais podem ser considerados valores sociais e éticos, e constituem um conjunto de regras estabelecidas para uma convivência saudável dentro de uma sociedade.

Significado de Valores - 2

Valores humanos são valores morais que afetam a conduta das pessoas.

Significado de Valores - 1

Valores são o conjunto de características de uma pessoa, que determina a forma como se comporta e interage com outras pessoas e com o meio ambiente.