quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Visita ao Bosque dos Buritis

Escola Interamérica.
Goiânia, 23 de setembro de 2016.

RELATÓRIO “ESTUDO DO MEIO”

As turmas do 3º Ano estão desenvolvendo o projeto “Os mananciais de Goiânia pedem socorro!” Então, no dia 22 de setembro, realizamos um estudo do meio no Bosque dos Buritis. Por volta das 7 horas saímos da escola rumo ao parque.
Ao chegar ao nosso destino, fizemos uma trilha observando a fauna e a flora. Percebemos que algumas árvores são naturais do Cerrado e outras foram plantadas e pertencem a outros tipos de vegetação. Havia algumas árvores típicas do Cerrado, tais como: bacuri, maminha de porca, buriti e cedro.
Lucas, o nosso professor guia, explicou que o Bosque dos Buritis era para ser três vezes maior, mas com a urbanização ele perdeu espaço e com isso foi tombado como patrimônio, não pode perder mais espaço e nem acrescentar mais nada nesse local. Esse parque foi planejado e possui três lagos que recebem água do Córrego Buriti. Apesar da distância, eles canalizaram e desviaram o curso do córrego para abastecer os lagos. Esse córrego deságua no Rio Meia Ponte.
Presenciamos muitas folhas em decomposição próximas ao lago, vimos vários animais. Gostamos de ver os micos e os patinhos que haviam acabado de nascer e que habitavam em um dos lagos.
Durante a aula, ele explicou que os portugueses vieram para o Brasil atrás do pau-brasil, que era uma árvore que usavam para construir navios e tingir as roupas da família real. Com isso, descobriram o ouro e realizavam trocas com os índios. Descobrimos que o nome brasileiro veio da profissão de quem cortava o pau-brasil.
Ele retomou que a antiga capital de Goiás era Vila Boa de Goiás, atual cidade de Goiás, e que Pedro Ludovico Teixeira conseguiu mudar a capital para onde hoje é Goiânia.
Conhecemos os nomes que o Brasil recebeu ao longo dos anos, os nomes sugeridos para a capital e o total de votos de cada um. Recordamos que Pedro Ludovico não gostou do nome Petrônia e escolheu Goiânia, que teve apenas 3 votos e foi tirado de um poema de Alfredo de Castro.
Tivemos a presença do escritor Bariani Ortêncio, que passava pelo local, conversou com a gente e até tirou foto. Por coincidência, ele é sogro da diretora Andreia e avô da professora Jade.
Visitamos o Museu de Arte de Goiânia e havia a exposição do artista Amaury Menezes e Gabriel Fogaça. Eles retrataram o lazer e o caos vivido em nossa cidade. Também tinha a exposição de quadros da fauna brasileira com as obras de Mari de Souza, com araras, tucanos, papagaios...
Próximo ao lago existe um monumento conhecido como Monumento à Paz, do artista Siron Franco, e representa a paz entre os cinco continentes.
Com esse estudo aprendemos que é necessário preservar as árvores e os mananciais, pois o crescimento da cidade faz com que desviem os cursos d’água, poluam os mananciais, desmatem as árvores e os animais perdem seu habitat natural. É preciso cuidar do meio ambiente preservando-o. Lembre-se que água é vida e todos dependem dela para sobreviver.


Relatório elaborado coletivamente pelos alunos do 3º Ano B.

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