RELATÓRIO
DO ESTUDO DO MEIO
BOSQUE DOS BURITIS
No dia 23 de setembro, fomos ao Bosque dos
Buritis para observar as águas, a fauna e a flora do bosque, além de visitar o Museu de Arte de Goiânia e o Monumento à Paz.
Descobrimos que Atílio Correia Lima, ao planejar Goiânia, queria que a cidade
tivesse muitas áreas verdes. Para isso, projetou o Bosque dos Buritis,
localizado no centro da capital, próximo à Praça Cívica. Nesse lugar, não havia
nascente para a construção de lagos, por isso foi necessário canalizar as águas
do Córrego dos Buritis, que nasce na Avenida 85, no Clube de Engenharia.
Percorremos algumas trilhas e percebemos
que é cercado por árvores, lagos e plantas rasteiras. Possui três lagos
artificiais abastecidos pelo Córrego dos
Buritis e por vários canais subterrâneos. Em um deles está o maior jato
d’água da América do Sul. Vimos muitas árvores como: pau-brasil, buriti,
sibipiruna, palmeiras-imperiais, a maioria do Cerrado, mas também de outros
biomas. Contemplamos micos, patos nas lagoas, diversos pássaros, tartarugas e
peixes. Ficamos sabendo que, desde a ocupação da cidade até os dias atuais, a área do bosque vem
experimentando muitas interferências que desfiguram suas características
originais. A vegetação nativa foi, em certas partes, substituída por plantas
exóticas, restando somente 10% da vegetação original.
Observamos o Monumento à
Paz Mundial, que tem a forma de uma ampulheta, feito pelo artista plástico Siron Franco e ficamos sabendo que ele
abriga terras provenientes dos continentes. O objetivo da obra
é mostrar a possibilidade de união de todos os povos em torno de um projeto de
paz para todo o mundo. O monumento tem cinco metros de altura e pesa cinquenta
toneladas.
Apreciamos duas
exposições no Museu de Arte de Goiânia,
uma foi a exposição Poética do Cerrado,
com obras de Eleusa Bonifácio, Mari Sousa e Samira Beérigo, e a outra foi a
exposição Roteiros, de Amaury Menezes
e G. Fogaça. Gostamos muito das telas e percebemos que os artistas têm estilos
diferenciados.
Foi um dia especial
onde ampliamos nossos conhecimentos, estivemos em contato direto com a natureza
e colocamos em prática valores de respeito às pessoas e ao meio ambiente.
Texto elaborado
coletivamente pelos alunos do 3º Ano C.








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