quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Visita ao Bosque dos Buritis


RELATÓRIO DO ESTUDO DO MEIO
BOSQUE DOS BURITIS

No dia 23 de setembro, fomos ao Bosque dos Buritis para observar as águas, a fauna e a flora do bosque, além de visitar o Museu de Arte de Goiânia e o Monumento à Paz.
Descobrimos que Atílio Correia Lima, ao planejar Goiânia, queria que a cidade tivesse muitas áreas verdes. Para isso, projetou o Bosque dos Buritis, localizado no centro da capital, próximo à Praça Cívica. Nesse lugar, não havia nascente para a construção de lagos, por isso foi necessário canalizar as águas do Córrego dos Buritis, que nasce na Avenida 85, no Clube de Engenharia.
Percorremos algumas trilhas e percebemos que é cercado por árvores, lagos e plantas rasteiras. Possui três lagos artificiais abastecidos pelo Córrego dos Buritis e por vários canais subterrâneos. Em um deles está o maior jato d’água da América do Sul. Vimos muitas árvores como: pau-brasil, buriti, sibipiruna, palmeiras-imperiais, a maioria do Cerrado, mas também de outros biomas. Contemplamos micos, patos nas lagoas, diversos pássaros, tartarugas e peixes. Ficamos sabendo que, desde a ocupação da cidade até os dias atuais, a área do bosque vem experimentando muitas interferências que desfiguram suas características originais. A vegetação nativa foi, em certas partes, substituída por plantas exóticas, restando somente 10% da vegetação original. 
Observamos o Monumento à Paz Mundial, que tem a forma de uma ampulheta, feito pelo artista plástico Siron Franco e ficamos sabendo que ele abriga terras provenientes dos continentes. O objetivo da obra é mostrar a possibilidade de união de todos os povos em torno de um projeto de paz para todo o mundo. O monumento tem cinco metros de altura e pesa cinquenta toneladas.
Apreciamos duas exposições no Museu de Arte de Goiânia, uma foi a exposição Poética do Cerrado, com obras de Eleusa Bonifácio, Mari Sousa e Samira Beérigo, e a outra foi a exposição Roteiros, de Amaury Menezes e G. Fogaça. Gostamos muito das telas e percebemos que os artistas têm estilos diferenciados.
Foi um dia especial onde ampliamos nossos conhecimentos, estivemos em contato direto com a natureza e colocamos em prática valores de respeito às pessoas e ao meio ambiente.


Texto elaborado coletivamente pelos alunos do 3º Ano C.


                                                              

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